Estado do módulo. O Ciber Seg está em desenvolvimento, em demonstração interna, com dados fictícios. A escala de plantão e o relatório mensal ainda são parciais, o atendimento por telefone não faz parte da demonstração e a operação com muitos condomínios ao mesmo tempo ainda não foi demonstrada. Não há data definida. A Ciber fornece software; não presta serviço de segurança privada. O Ciber Seg não é solução de cibersegurança.
Numa emergência, a primeira ligação é para quem pode proteger a vida: 190 (polícia), 192 (SAMU) ou 193 (bombeiros). Dentro do condomínio, a ordem de avisos costuma seguir uma escada. Primeiro quem está de plantão agora, depois um supervisor, depois o gestor ou o síndico, e por fim os contatos de emergência. A regra que faz a escada funcionar: cada degrau tem um prazo para confirmar. Se ninguém confirma, o próximo é chamado.
Isso é uma cascata de acionamento. Ela serve para que nenhum alerta fique sem resposta porque a pessoa certa estava no banho, sem sinal ou com o celular no silencioso. Este texto mostra como montar a sua e o que o Ciber Seg já demonstra sobre o assunto.
Por que a ordem importa
Sem um plano escrito, a emergência vira improviso: alguém liga para o síndico, que liga para o zelador, que tenta o vizinho. Cada ligação gasta tempo, e ninguém sabe quem já foi avisado. Uma cascata responde a três perguntas antes do problema aparecer:
- Quem é avisado primeiro, e quem vem depois.
- Quanto tempo cada pessoa tem para dizer "estou ciente".
- Por qual canal: ligação, mensagem, aviso no painel ou no aplicativo.
Um exemplo de ordem, para adaptar
A lista é um ponto de partida. Os prazos e os nomes dependem do condomínio, da empresa de segurança e do tipo de alerta.
- Operador de plantão, com 30 segundos para confirmar: quem está olhando a fila agora.
- Supervisor, com 60 segundos: assume se o operador não responder.
- Gestor da empresa ou síndico, com 120 segundos: decide sobre apoio e comunicação.
- Contatos de emergência, com 120 segundos: pessoas de confiança do condomínio.
Esses são os prazos padrão que o Ciber Seg propõe na demonstração. Podem ser mudados.
Como montar a sua, em cinco perguntas
- Quais alertas disparam a cascata? Pânico, coação e porta violada são candidatos óbvios. Uma porta aberta por alguns segundos, não.
- Quem faz parte de cada degrau? Escreva nomes e papéis, não só cargos.
- O que cada pessoa faz ao confirmar? Confirmar não é resolver. Defina o que vem depois.
- E se o canal falhar? WhatsApp fora do ar não pode travar a escada. Prevê-se o próximo degrau.
- Quem revisa a lista? Telefone velho é pior que nenhum telefone. Marque uma data para conferir os contatos.
O checklist de segurança do condomínio ajuda a conferir o resto do plano.
Erros comuns ao montar uma cascata
- Uma pessoa só por degrau. Férias, doença ou um celular sem bateria quebram a escada. Tenha um reserva para cada papel.
- Prazo mal escolhido. Poucos segundos para atender é irreal; vários minutos é muito tempo numa situação de pânico. Teste e ajuste.
- Plano que ninguém conhece. Quem será chamado precisa saber que está na lista e o que se espera dele.
- Nunca simular. Uma simulação periódica, avisada de antemão, mostra o telefone errado e o degrau esquecido antes da emergência real.
O que o Ciber Seg demonstra hoje
Na demonstração, com dados fictícios, a central mostra regras, degraus, destinos, canais e contatos de emergência cadastrados. No desenho do módulo:
- Pânico, coação e porta violada iniciam a cascata junto com a ocorrência de segurança.
- Cada degrau tem uma espera e canais (painel, aviso no aplicativo e WhatsApp).
- Quem foi chamado confirma com Estou ciente, e a cascata para.
- O contato de emergência não usa o painel: recebe uma mensagem e confirma respondendo do próprio celular.
- Se um canal falhar, a linha fica marcada como Falhou. Se nenhum canal do degrau entregar o aviso, o próximo degrau é chamado na hora; se algum entregar, o próximo espera o prazo normal. Degrau sem pessoa escolhida é pulado.
- Se ninguém confirmar até o último degrau, a situação fica Ninguém confirmou e a central da empresa é avisada.
O que ainda não foi demonstrado
Seja claro com o seu fornecedor sobre estes pontos:
- Na demonstração, a cascata está cadastrada, mas nenhuma cascata em andamento foi exercitada do início ao fim.
- O envio de mensagens por WhatsApp e de avisos no aplicativo não foi testado em condomínio real.
- Não há atendimento por voz ou telefone na central. A cascata avisa pessoas; ela não liga para elas.
- A escala de plantão, que diz quem é o "operador de plantão" em cada hora, ainda é parcial.
- A Ciber fornece software. A decisão de acionar polícia, bombeiros ou SAMU continua sendo de pessoas, seguindo o plano do condomínio.
Perguntas frequentes
A cascata substitui ligar para a polícia?
Não. Ela organiza os avisos dentro do condomínio e da empresa. Em risco de vida, os serviços de emergência vêm primeiro.
Posso ter uma ordem diferente para cada tipo de alerta?
Sim. No desenho do módulo, existe uma regra padrão e é possível criar regras próprias por tipo de alerta.
E se o plantão estiver vazio?
Esse é o ponto fraco de qualquer cascata. Por isso a escala de plantão e a cascata precisam andar juntas. No Ciber Seg, a escala ainda é parcial; pergunte pela situação atual.
A cascata registra o que aconteceu?
Ela é parte da ocorrência de segurança, que guarda uma linha do tempo do atendimento. Veja o modelo de registro de ocorrência.
Quer ver a cascata na demonstração?
O Ciber Seg não tem preço público: cada empresa tem a sua instalação, e a contratação é por proposta. Peça uma proposta e conte como é a sua operação; respondemos com o que existe hoje. Para entender o conjunto, leia central de segurança para vários condomínios.