Estado do módulo. O Ciber Síndico está em desenvolvimento, em demonstração interna, com dados fictícios, em lista de espera e sem data definida. A carteira de condomínios depende de a licença da empresa estar ligada. A cobrança é simulada: nenhum dinheiro se move. Não há aplicativo do síndico para o celular. A contratação só do Síndico, sem o Porteiro, ainda está sendo finalizada.
Quem cuida de vários condomínios precisa de uma rotina que se repita igual em todos e de uma visão única do que está pendente em cada um. Sem isso, o síndico profissional trabalha apagando incêndio: atende primeiro o condomínio que reclama mais alto, e não o que tem o prazo mais próximo. Este texto mostra como organizar uma carteira e o que o Ciber Síndico está sendo desenhado para mostrar.
O desafio de ter vários condomínios
O Código Civil permite que o síndico não seja condômino (art. 1.347, texto oficial), por prazo de até dois anos, renovável. Cada condomínio tem seu contrato, sua convenção e sua assembleia. Os problemas de quem acumula são sempre parecidos:
- Prazos espalhados. Seguro de um, laudo de outro, assembleia de um terceiro.
- Informação misturada. Planilhas copiadas de um condomínio para outro e dados que vazam entre eles.
- Dependência da memória. O que está na cabeça do síndico não está no sistema, e atrasa quando ele está de férias.
- Atendimento desigual. O condomínio que liga mais ganha mais atenção.
Passo 1: padronize o que puder
Cada condomínio é diferente, mas a rotina pode ser a mesma:
| Rotina | Frequência | O que padronizar | |---|---|---| | Fechamento do balancete | Mensal | Data, modelo de relatório, quem confere | | Visita ao condomínio | Semanal ou quinzenal | Roteiro de itens a verificar | | Revisão de prazos | Mensal | A mesma lista de obrigações | | Reunião com o conselho | Conforme a convenção | Pauta e modelo de ata | | Atendimento ao morador | Diário | Canal oficial e tempo de resposta |
Padronizar não é tratar os condomínios como iguais. É cuidar para que nada importante fique de fora em nenhum deles.
Passo 2: separe os dados de cada condomínio
O síndico profissional trata dados pessoais de moradores de cada condomínio. O controlador desses dados é o condomínio, e o síndico atua em nome dele. Misturar listas é risco, tanto de erro quanto de vazamento. Mantenha cada condomínio em ambiente separado, com acesso só de quem precisa. A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) é o ponto de partida; consulte o advogado de cada condomínio sobre as responsabilidades do síndico contratado.
Passo 3: tenha uma visão da carteira
Uma tela, ou uma planilha bem feita, que responda em segundos:
- qual condomínio tem prazo vencendo nos próximos dias;
- quais têm inadimplência acima do normal;
- onde há chamado de manutenção parado;
- quando é a próxima assembleia de cada um.
Sem essa visão, a revisão semanal depende de abrir cada pasta.
Passo 4: combine o que está no contrato
O trabalho do síndico profissional é definido em contrato. Deixe claro quantas visitas por mês, o que está incluso (reuniões, prestação de contas, atendimento) e o que é cobrado à parte. Isso evita desgaste, principalmente quando o condomínio cresce em demanda. O texto do contrato é assunto para o advogado.
O que o Ciber Síndico está sendo desenhado para fazer
Em demonstração interna, com dados fictícios, o módulo traz:
- Carteira de condomínios, uma visão de mais de um condomínio para quem administra vários, com saldo, inadimplência, contas a pagar e obrigações a vencer de cada um;
- Cadastro único de unidades, frações e corpo diretivo em cada condomínio;
- Cobrança, inadimplência, contratos e obrigações por condomínio.
Na plataforma, cada condomínio fica em um banco de dados separado, para que os dados de um não se misturem com os de outro. A carteira depende de a licença da empresa estar ligada.
O que ainda não existe
- Disponibilidade. Está em desenvolvimento, em demonstração interna, sem data.
- Aplicativo do síndico. Não existe versão para o celular.
- Cobrança real. Boleto e Pix reais não existem.
- Contratação isolada. A contratação do Síndico sem o Porteiro ainda está sendo finalizada; fale com a gente.
- Promessa de resultado. O sistema organiza; a gestão continua sendo do síndico.
- Visão de chamados e de assembleias na carteira. Hoje a carteira mostra, por condomínio, saldo, inadimplência, contas a pagar e obrigações a vencer; chamados de manutenção e datas de assembleia não entram nela.
Exemplo do dia a dia (fictício)
Uma síndica profissional atende três condomínios pequenos. Toda segunda-feira, abre a visão da carteira: vê que o seguro de um deles vence em breve, que outro tem contas a pagar vencidas e que o terceiro está com a inadimplência acima do normal. Prioriza pela data, não pelo telefone que mais toca. No fim do mês, entrega o mesmo modelo de relatório aos três conselhos.
Perguntas frequentes
O sistema serve para administradora de condomínios?
O Ciber Síndico foi pensado para síndicos moradores e profissionais, conselhos e administradoras que acompanham mais de um condomínio. Está em demonstração; fale com a gente sobre o seu caso.
Os dados de um condomínio aparecem no outro?
A plataforma mantém um banco de dados separado por condomínio. A visão de carteira é para quem tem acesso a mais de um.
Quanto custa?
O Ciber Síndico não tem preço público. Fale com a gente.
Próximo passo
Para organizar a rotina de cada condomínio, veja o que o síndico precisa para começar e AVCB, seguro e dedetização: como não perder prazo.
Quer ver a carteira funcionando com dados fictícios? Peça a demonstração ou entre na lista de espera e conte quantos condomínios você atende: respondemos com o que existe hoje, sem data prometida.
Conteúdo informativo; não substitui orientação jurídica.