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Botão de pânico no aplicativo do condomínio: como funciona

Como funciona o botão de pânico no app do morador do Ciber Porteiro: segurar 1,5 segundo, o alerta na portaria, o teste sem alarme e o que falta testar.

Celular com um botão redondo no centro, ondas saindo dele e uma linha até o painel da portaria.

No Ciber Porteiro, o morador abre o app, rola até o cartão Emergência e segura o botão Pânico por um segundo e meio. O servidor recebe o pedido e o alerta aparece no painel da portaria, com a unidade de quem apertou. A partir daí, o operador assume o alerta, avisa quem for preciso e registra como terminou.

O botão não liga para ninguém, não aciona nenhum equipamento e não envia a localização do celular. Ele é um aviso à portaria. Em risco de vida, ligue antes para os serviços de emergência (190, 192 ou 193). O pânico do app complementa o plano de emergência do condomínio; não o substitui.

O que o morador faz

O botão fica no app do morador, na tela Início, no cartão Emergência, perto do fim da tela. O passo a passo:

  1. Abra o app e vá até o cartão Emergência.
  2. Segure o botão Pânico por 1,5 segundo. Um toque acidental não faz nada; é de propósito.
  3. Leia a resposta na tela. Ela diz com todas as letras se o alerta foi enviado ou não foi. O app nunca finge sucesso.
  4. Use o botão Ligar para a portaria, que aparece depois do envio e também quando algo dá errado.

Se o morador tem mais de uma unidade no app, o alerta vai para a unidade que estiver ativa no momento. O cartão mostra qual é.

O que a portaria vê

No painel, o alerta aparece como uma faixa vermelha no alto de qualquer tela, com a palavra PÂNICO e a unidade. Os detalhes ficam em Portaria › Alertas. Cada alerta tem três botões:

  • Câmeras, para ver o local, se houver câmera cadastrada.
  • Atender: o alerta passa a Em atendimento, com o nome de quem assumiu. Todos os operadores veem que alguém já pegou.
  • Encerrar: o operador escolhe o que foi feito (alarme falso, sem ação, ligou para o local, ligou para o celular ou apoio ao local) e pode escrever uma observação.

Se a mesma unidade acionar o pânico de novo em até 10 minutos, o sistema não abre um alerta novo: ele soma uma repetição no que já está aberto. Assim a portaria não é inundada por avisos iguais.

O condomínio também pode cadastrar o plantão, as pessoas que recebem um aviso por WhatsApp quando entra um pânico novo, desde que esse aviso esteja ligado na instalação. Se não houver plantão cadastrado, o app avisa o morador disso e oferece ligar para a portaria. Os avisos por WhatsApp ainda não foram testados em bancada.

Como testar sem alarmar ninguém

Antes de precisar, vale treinar. Logo abaixo do botão existe Testar o pânico. Ele envia um alerta marcado como TESTE: a portaria vê que não é emergência, e o app espera a confirmação de recebimento por até 60 segundos. O teste tem limite de três por hora em cada unidade, para ninguém transformar o treino em barulho.

Uma boa rotina é pedir a cada morador que faça um teste ao receber o app, e avisar a portaria antes de uma rodada de testes.

Quando usar, e quando não

Use o botão numa situação de risco de verdade: ameaça, invasão, pessoa passando mal sem condições de ligar. Não use para pedir informação, reclamar de barulho ou testar o app; para treinar existe o botão de teste. Se os moradores apertarem à toa, a portaria aprende a ignorar o alerta, e esse é o pior resultado possível. Um aviso curto no grupo do condomínio, explicando para que o botão serve, ajuda bastante.

O que o condomínio precisa decidir

  • Quem atende. O botão só vale se alguém olha o painel. Defina quem é o operador, o que ele faz primeiro e a quem recorre. Veja como organizar a ordem de avisos em cascata de acionamento.
  • Plantão por WhatsApp. Cadastre quem deve ser avisado e confirme que o WhatsApp do condomínio está conectado.
  • Unidades com o botão desligado. A administração pode desligar o pânico para uma unidade. Nesse caso o app mostra o aviso "Pânico desligado para a sua unidade" e manda ligar para a portaria.
  • Combinados com o morador. O app tem também um campo de palavra de pânico, que a portaria consulta durante um alerta aberto. Leia senha de coação na portaria.

O que ainda não foi testado

Seja claro com quem for contratar:

  • O app do morador existe só para Android, em versão de teste. Não há versão para iOS nem publicação em loja.
  • Os recursos do app do morador não constam entre os testados em bancada, e o botão de pânico não foi exercitado por moradores reais em um condomínio. Peça para ver o fluxo na demonstração.
  • O envio de avisos por WhatsApp ao plantão ainda não foi testado em bancada.
  • O Ciber Porteiro é software. Ele não substitui a empresa de portaria ou de segurança, nem a vigilância.

Perguntas frequentes

O botão de pânico chama a polícia?

Não. Ele avisa a portaria do condomínio. Quem decide chamar a polícia, os bombeiros ou o SAMU é a pessoa que atende o alerta, seguindo o plano do condomínio.

E se a internet do celular falhar na hora?

O app precisa de conexão para enviar. Se o envio falhar, a tela diz que o alerta não foi enviado e mostra o botão para ligar para a portaria. Por isso o telefone da portaria deve estar salvo no celular de todos.

O botão envia a localização?

Não. O alerta leva a unidade, não a posição do aparelho.

Funciona no iPhone?

Ainda não. O app do morador existe para Android, em versão de teste.

Quem vê o alerta de pânico?

Quem tem acesso à tela de Portaria no painel. O acesso é dado pelo condomínio ou pela empresa que o administra.

Quer ver o botão funcionando?

A melhor forma de avaliar um botão de pânico é ver o alerta chegar do outro lado. Fale com a gente e peça uma demonstração do Ciber Porteiro com dados fictícios, ou veja como a empresa de segurança pode organizar vários condomínios no Ciber Seg.

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