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Software para empresa de segurança: próprio ou compartilhado

Instalação própria ou sistema compartilhado entre empresas: o que muda em isolamento, custo e responsabilidade, e como o Ciber Seg organiza os condomínios.

Dois painéis lado a lado: à esquerda uma caixa só para uma empresa, à direita uma caixa dividida em várias partes.

Estado do módulo. O Ciber Seg está em desenvolvimento, em demonstração interna, com dados fictícios. A escala de plantão e o relatório mensal ainda são parciais, o atendimento por telefone não faz parte da demonstração e a operação com muitos condomínios ao mesmo tempo ainda não foi demonstrada. Não há data definida. A Ciber fornece software; não presta serviço de segurança privada. O Ciber Seg não é solução de cibersegurança.

Uma empresa de segurança que atende condomínios precisa escolher onde seus dados e os dos clientes vão morar. Na instalação própria (ou dedicada), a empresa tem o seu servidor e o seu banco de dados, sem dividir com outras empresas. No sistema compartilhado, várias empresas usam o mesmo ambiente, separadas por regras do software. Nenhum dos dois é certo para todos; cada um troca controle por conveniência de um jeito diferente.

O Ciber Seg foi desenhado como uma instalação por empresa: os condomínios que ela atende ficam cadastrados dentro dessa instalação, cada um em um banco de dados separado. Este texto compara os dois modelos para ajudar a empresa a fazer as perguntas certas, quer ela escolha o Ciber Seg ou outro software.

Os dois modelos, critério por critério

A lista mostra tendências gerais. O que vale é o contrato e a arquitetura de cada fornecedor, e eles variam.

  • Onde ficam os dados. Própria: em ambiente só da empresa. Compartilhado: em ambiente comum, separados por regras do software.
  • Risco de um cliente afetar outro. Própria: menor, ninguém divide o servidor. Compartilhado: existe, porque uma carga alta ou uma falha pode atingir todos.
  • Quem pode ver os dados. Própria: a empresa e quem ela autorizar, mais a equipe técnica que opera a instalação. Compartilhado: a empresa e a equipe do fornecedor, e, se a separação falhar, outros clientes.
  • Personalização. Própria: maior, mas cada mudança dá trabalho. Compartilhado: menor, pois todos recebem a mesma versão.
  • Atualização. Própria: pode ser combinada no ritmo da empresa. Compartilhado: costuma ser igual para todos, no ritmo do fornecedor.
  • Custo inicial. Própria: em geral maior. Compartilhado: em geral menor.
  • Quem cuida do servidor. Própria: precisa ser combinado em contrato. Compartilhado: o fornecedor.
  • Saída do fornecedor. Própria: mais simples levar uma instalação inteira. Compartilhado: depende de exportação dos dados.

Perguntas que a empresa deve fazer, em qualquer modelo

  1. Onde ficam os dados dos meus condomínios? E dos de outras empresas?
  2. Como é a separação entre clientes? Banco separado, tabelas separadas ou só filtro por código? Existem testes que provam isso?
  3. Quem na equipe do fornecedor pode ver meus dados? E isso fica registrado?
  4. Quem faz backup, e onde ficam as cópias?
  5. Como e quando as atualizações chegam? Posso adiar uma?
  6. O que acontece se eu quiser sair? Consigo levar meus dados?
  7. Quem é o controlador e quem é o operador dos dados pessoais? A LGPD (Lei 13.709/2018, art. 5º, VI e VII) distingue os dois papéis, e o contrato precisa dizer quem é quem. Consulte o advogado da empresa.

Como o Ciber Seg organiza isso

  • Uma instalação por empresa. Outras empresas de segurança não dividem o servidor com a sua.
  • Condomínios isolados. Cada condomínio fica em um banco de dados separado. O produto tem testes automáticos de isolamento entre condomínios.
  • Acesso por condomínio. É possível marcar quais condomínios cada pessoa da empresa pode ver; para quem tem essa marcação, o sistema recusa os demais.
  • Uma fila para todos. A central enxerga os condomínios da empresa em uma fila só, sem misturar os dados.
  • Contratação por proposta. Como cada empresa tem a sua instalação, o Ciber Seg não tem preço público. A hospedagem, o backup e a atualização são tema da proposta.

O que ainda não afirmamos

  • O Ciber Seg está em desenvolvimento, em demonstração interna, sem data definida.
  • A demonstração usa poucos condomínios. Não afirmamos que a operação com muitos condomínios ao mesmo tempo já foi demonstrada.
  • A escala de plantão e o relatório mensal ainda são parciais, e o atendimento por telefone não faz parte da demonstração.
  • Os detalhes de hospedagem, backup e suporte são tratados na proposta e não estão descritos aqui.

Quando a instalação própria faz mais sentido

  • A empresa atende clientes que exigem contrato claro sobre onde os dados ficam.
  • Ela quer controlar quando atualizar.
  • Ela prefere que nenhum outro cliente use o mesmo servidor.

Quando o sistema compartilhado pode servir

  • A empresa é pequena e quer começar com pouco custo.
  • Aceita o ritmo de atualização do fornecedor.
  • O fornecedor mostra, por escrito, como separa os clientes.

Perguntas frequentes

Instalação própria é sempre mais segura?

Não necessariamente. Ela reduz o risco de dividir o ambiente com outras empresas, mas a segurança depende de quem a opera: senhas, atualizações, acessos e cópias de segurança.

Meus condomínios podem ver os dados uns dos outros?

O desenho do Ciber Seg é que não: cada condomínio fica em um banco de dados separado, e o produto tem testes automáticos de isolamento. O condomínio vê só o que é dele. Com qualquer fornecedor, peça a evidência dessa separação por escrito.

Posso começar com poucos condomínios?

Pode. A demonstração do Ciber Seg usa poucos condomínios, e a forma de contratação é conversada na proposta.

O Ciber Seg precisa do Ciber Porteiro?

O Ciber Seg usa o Ciber Porteiro nos condomínios atendidos. A contratação de um módulo sem o outro ainda está sendo finalizada; a combinação é definida em conversa, sem promessa de integração pronta.

Quer comparar com a sua operação?

Peça uma proposta do Ciber Seg e conte quantos condomínios a sua empresa atende e como armazena os dados hoje. Para entender o dia a dia da central, leia central de segurança para vários condomínios e modelos de portaria: presencial, remota e por app.

Conteúdo informativo; não substitui orientação jurídica.

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